Quantas INCERTEZAS...
Estamos vivendo uma época de incertezas.
Em relação ao clima, as previsões, em termos globais, continuam incertas.
Quanto ao comportamento dos que vivem o cotidiano, ao que parece, a sensação é de que “está liberado geral”.
O que se observa ao transitar pelas ruas é que se pode dormir no chão, em frente a um estabelecimento comercial ou sobre os bancos que existem nas paradas de ônibus.
Pode-se, também, urinar junto aos contêineres, como depredá-los, como mostra a foto.
Nas praças, os cães estão soltos, sem guia, podendo oferecer riscos a quem gostaria de sentar-se em um dos bancos. Mesmo havendo um cartaz, na entrada da praça, que orienta o uso de guias para os cães e a possibilidade de multa se isso não for obedecido pelos donos dos cães.
Fazer aquela caminhada diária pelo bairro, também, tornou-se algo arriscado.
Há quem não leve mais o celular durante a caminhada, tampouco o cartão original de identidade.
Fazê-la apenas em dias úteis. Aos sábados, talvez. Aos domingos, jamais.
Quem diria que chegaríamos a esse ponto!
Saudades da época que, depois de um show no Gigantinho, o qual terminava próximo da meia-noite, fazia-se o retorno para casa a pé, pois a moradia era no mesmo bairro.
Quando voltaremos a ter esta tranquilidade?
Ou, daqui em diante, só vai piorar?
Fé e esperança é o que sobra para os cidadãos de bem.
Esperança que as autoridades tomem as devidas providências.
E fé na Luz e Proteção vindas DELE.
Que elas nos acompanhem diariamente.
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