A noite passou rápida.
Ou foi impressão?
Momentos de descanso e de recuperação das energias para um novo amanhecer são sempre bem-vindos.
Os dias atribulados, por quem ainda trabalha, são permanentes diante das incertezas e dos desafios cotidianos.
Aqueles, porém, que não mais trabalham despertam e, ainda, procuram um sentido promissor para os dias que se sucedem.
Atividades diversas podem preencher esse novo tempo.
Agora, para muitos uma caminhada diária, pelas ruas do bairro, é uma recomendação médica bastante importante.
Como fazê-la?
Diante da insegurança, que os bairros estão apresentando, torna-se arriscado e nada prazeroso caminhar pelas ruas.
Durante os dias de semana, de 2ª a 6ª feira, ainda é possível fazê-lo. Aos sábados, talvez. Aos domingos e feriados, jamais.
Até quando isso vai persistir?
Essas são observações de quem ouve, constantemente, os receios de pessoas que gostariam de desfrutar da possibilidade diária de fazer caminhadas pelo bairro.
Recorrer a quem para achar uma solução?
Nossos governantes deveriam atentar para as dificuldades enfrentadas por seus eleitores.
Promessas? Apenas no período eleitoral.
Depois?
Outras questões tornam-se prioritárias, porque, geralmente, envolvem valores financeiros, sempre bem-vindos, por quem está no poder.
Talvez, em algum amanhecer, notícias mais alvissareiras tragam esperança de melhores dias.
Enquanto isso, os indivíduos tem que persistir em busca de soluções que tornem seu cotidiano mais ameno.
E, convenhamos, segurança de ir e vir é uma condição básica para quem ainda trabalha diariamente.
Que nossos futuros amanheceres tragam a certeza de que o nosso cotidiano oferecerá a segurança necessária para irmos trabalhar ou, apenas, passear pelas ruas do bairro em que moramos.
Aguardemos, novos dias, com esperança.